Introdução
“Porque nenhum de nós vive para si.” Paulo — Romanos 14:7
Poucas frases conseguem expressar com tanta
simplicidade uma realidade que acompanha a existência humana: ninguém vive
inteiramente para si.
Desde o nascimento, dependemos uns dos outros.
Recebemos cuidados, aprendemos uma linguagem, assimilamos conhecimentos,
desenvolvemos capacidades e participamos de uma sociedade construída por
inúmeras gerações. Mesmo quando imaginamos agir de maneira independente,
utilizamos recursos, conhecimentos e experiências que vieram de outras pessoas.
A vida humana é, portanto, essencialmente
relacional.
Mas essa constatação não se limita às
necessidades materiais da existência. Para a Doutrina Espírita, a vida social
possui um significado mais profundo. Em O Livro dos Espíritos, ao tratar
da Lei de Sociedade, encontramos a afirmação de que a vida social está
na Natureza e que o isolamento absoluto é contrário à lei natural. A resposta à
questão 768 acrescenta que o Espírito precisa da relação com os semelhantes
porque não possui todas as faculdades desenvolvidas e é pela união social que
os seres se completam e progridem.
A sociedade, assim, não representa apenas uma
organização criada para facilitar a sobrevivência.
É também uma das condições pelas quais o
Espírito desenvolve suas faculdades.
Vivemos entre semelhantes para aprender,
ensinar, cooperar, corrigir, servir, perdoar e amar.
E é justamente nesse ponto que a necessidade
da vida social encontra a caridade.
Se precisamos uns dos outros para progredir, a
maneira como tratamos os outros deixa de ser uma questão secundária. Nossa
conduta participa do processo de nosso próprio desenvolvimento.
Talvez seja essa uma das razões pelas quais a
máxima de Jesus — “Fora da caridade não há salvação” — adquira
significado ainda mais amplo quando examinada à luz da Lei de Sociedade.
Não vivemos para nós.
E, justamente por isso, precisamos aprender a
viver com os outros e para o bem de todos.
PARTE I — A VIDA SOCIAL COMO NECESSIDADE DO ESPÍRITO
1. Ninguém
é absolutamente autossuficiente
A ideia de independência absoluta dificilmente
resiste a uma observação mais atenta.
Uma criança não se desenvolve sozinha. Aprende
porque alguém lhe ensina. Um estudante utiliza conhecimentos acumulados por
gerações. Um profissional depende de instrumentos, instituições e descobertas
realizadas por inúmeras pessoas. Uma comunidade somente funciona porque
diferentes indivíduos desempenham diferentes atividades.
Até mesmo aquele que procura viver de maneira
mais isolada continua utilizando os resultados do trabalho coletivo.
Nossa autonomia existe, mas não significa
independência absoluta.
Podemos escolher nossos caminhos, assumir
responsabilidades e conduzir nossa existência com liberdade. Entretanto,
fazemos tudo isso dentro de uma realidade na qual nossas vidas estão
continuamente relacionadas às vidas de outras pessoas.
Essa interdependência não diminui o indivíduo.
Ao contrário, mostra que cada pessoa participa
de uma realidade muito maior do que ela própria.
É nesse sentido que a afirmação de Paulo — “Porque
nenhum de nós vive para si” — pode ser compreendida como uma reflexão sobre
a própria condição humana.
Não chegamos sozinhos até onde estamos.
Recebemos de muitos.
Aprendemos com muitos.
Somos auxiliados por muitos.
E, naturalmente, também somos chamados a
oferecer alguma coisa aos outros.
2. A
sociedade está na Natureza
A Doutrina Espírita é particularmente clara ao
tratar desse assunto.
As questões 766 a 768 de O Livro dos
Espíritos, dedicadas à Lei de Sociedade, mostram que a vida social não
constitui simples convenção humana.
A vida social está na Natureza.
O isolamento absoluto é contrário à lei
natural.
E a relação com os semelhantes é necessária ao
progresso do Espírito.
A razão apresentada é significativa: nenhum
Espírito possui todas as faculdades desenvolvidas.
Cada indivíduo apresenta possibilidades,
conhecimentos, experiências e necessidades diferentes.
A convivência permite, portanto, que essas
diferenças se encontrem.
Uma pessoa pode possuir conhecimentos que
outra ainda não adquiriu.
Uma pode ter experiência onde outra está
apenas começando.
Uma pode ensinar aquilo que aprendeu.
Outra pode oferecer uma capacidade que será
útil ao conjunto.
Assim, a diversidade não precisa ser motivo de
separação.
Pode ser justamente uma das condições da
cooperação.
Não precisamos ser iguais para viver em
sociedade.
Precisamos aprender a respeitar as diferenças
e utilizar nossas capacidades de maneira construtiva.
3. A
convivência é uma escola
Se a vida social favorece o desenvolvimento
das faculdades, ela também oferece oportunidades para o desenvolvimento moral.
É convivendo que descobrimos que nossa
liberdade encontra a liberdade dos outros.
Minha vontade não pode ser a medida de todas
as coisas.
Minha opinião não é necessariamente a única
correta.
Minha necessidade não elimina a necessidade
alheia.
Minha capacidade não me torna superior.
Minha posição social não estabelece meu valor
como Espírito.
Essas ideias podem ser facilmente aceitas em
teoria.
A dificuldade aparece quando precisamos
colocá-las em prática.
É fácil afirmar que somos pacientes quando
ninguém nos contraria.
É fácil falar sobre perdão quando não fomos
ofendidos.
É fácil defender a fraternidade quando
convivemos apenas com aqueles que pensam como nós.
A verdadeira experiência moral começa quando a
vida nos coloca diante da diferença, da contrariedade e do conflito.
Nesse sentido, a convivência funciona como uma
escola.
Algumas pessoas nos ensinam pelo exemplo.
Outras nos ajudam diretamente.
Algumas nos desafiam.
E outras, sem sequer perceber, revelam
aspectos de nossa própria personalidade que ainda precisamos transformar.
Isso não significa considerar correto aquilo
que está errado, nem justificar comportamentos prejudiciais.
O erro continua sendo erro.
A injustiça continua sendo injustiça.
Mas mesmo uma experiência difícil pode transformar-se
em oportunidade de aprendizado, desde que não permitamos que o mal recebido
determine o mal que iremos praticar.
A vida social, portanto, não apenas nos coloca
diante dos outros.
Ela também nos coloca diante de nós mesmos.
4. Quando o
“eu” se torna o centro
A individualidade é uma característica do
Espírito e não deve ser confundida com egoísmo.
O problema não está em cuidar de nós mesmos,
preservar nossa dignidade ou defender nossos legítimos interesses.
O problema surge quando o interesse individual
ocupa todo o espaço da consciência.
O egoísmo transforma o próprio interesse em
medida absoluta.
O orgulho acrescenta a isso a ideia de
superioridade.
A partir daí, o semelhante deixa de ser
companheiro de caminhada e passa a ser concorrente, ameaça ou instrumento.
A diferença transforma-se em motivo de
hostilidade.
A divergência torna-se ofensa.
O diálogo dá lugar à imposição.
A convivência, que poderia favorecer o
progresso, converte-se em permanente disputa.
A questão 785 de O Livro dos Espíritos
aponta o egoísmo e o orgulho entre os maiores obstáculos ao progresso moral.
Isso é particularmente significativo quando
relacionado à Lei de Sociedade.
Se a vida de relação é necessária ao
desenvolvimento do Espírito, o egoísmo representa uma resistência justamente
contra aquilo de que necessitamos para progredir.
O indivíduo não precisa desaparecer diante do
coletivo.
Precisa apenas compreender que não é o
centro do Universo.
PARTE II — DO “EU” AO “NÓS”
5. A
solidariedade nasce da interdependência
Reconhecer que precisamos uns dos outros pode
produzir uma mudança importante na maneira de compreender a vida.
Enquanto pensamos apenas em nossas
necessidades, o outro aparece principalmente como alguém de quem esperamos
alguma coisa.
Quando percebemos nossa interdependência,
começamos a compreender que também possuímos responsabilidades perante os
demais.
A solidariedade nasce desse reconhecimento.
Não se trata simplesmente de dependência.
A pessoa solidária não deixa de ser autônoma.
Ela utiliza sua liberdade para escolher o bem.
Pode ensinar aquilo que sabe.
Pode auxiliar quem necessita.
Pode compartilhar uma experiência.
Pode oferecer tempo.
Pode ouvir.
Pode perdoar.
Pode evitar uma palavra que feriria.
Pode defender alguém diante de uma injustiça.
Pode simplesmente agir com respeito quando
seria mais fácil responder com agressividade.
A solidariedade começa quando percebemos que
nossas capacidades não existem apenas para satisfazer nossas necessidades
individuais.
Elas também podem beneficiar o conjunto.
6. A
caridade é mais do que assistência
É nesse ponto que a reflexão sobre a vida
social encontra a definição espírita de caridade.
Na questão 886 de O Livro dos Espíritos,
a caridade é apresentada como benevolência para com todos, indulgência para
com as imperfeições alheias e perdão das ofensas.
Essa definição amplia consideravelmente o
conceito.
Caridade não é somente dar alguma coisa.
Podemos oferecer recursos materiais sem
benevolência.
Podemos prestar um serviço e humilhar quem o
recebe.
Podemos fazer uma boa ação esperando
reconhecimento.
Podemos até ajudar alguém alimentando nossa
própria vaidade.
A caridade está, portanto, não apenas no que
fazemos, mas também na maneira como nos relacionamos.
Uma palavra respeitosa pode ser caridade.
Uma orientação oferecida sem arrogância pode
ser caridade.
Uma correção feita sem humilhação pode ser
caridade.
A indulgência diante das imperfeições alheias
pode ser caridade.
O perdão pode ser caridade.
A decisão de não devolver uma agressão na
mesma medida pode ser caridade.
Assim compreendida, a caridade deixa de ser
uma prática ocasional.
Torna-se uma maneira de estar no mundo, no
Universo e, onde houver semelhantes, de nos relacionarmos com eles.
7. Amar não
significa concordar com tudo
A caridade também não deve ser confundida com
passividade.
Ser indulgente não significa considerar
correto o erro.
Perdoar não significa permitir novos abusos.
Ser benevolente não significa abandonar a
prudência.
Podemos estabelecer limites.
Podemos discordar.
Podemos denunciar uma injustiça.
Podemos impedir um abuso.
Podemos afastar-nos de uma relação
prejudicial.
Podemos defender alguém que esteja sendo
injustiçado.
A diferença está naquilo que orienta nossa
ação.
Uma coisa é combater o erro.
Outra é odiar aquele que errou.
Uma coisa é defender a justiça.
Outra é alimentar a vingança.
Uma coisa é estabelecer um limite.
Outra é desejar a destruição do outro.
A caridade não elimina a firmeza.
Ela elimina, progressivamente, a necessidade
de ferir para afirmar nossa própria força.
8. O
semelhante como oportunidade de progresso
A vida de relação apresenta uma característica
particularmente importante: ela nos oferece oportunidades que o isolamento
dificilmente proporcionaria.
É na convivência que exercitamos a paciência.
É na convivência que aprendemos a ouvir.
É na convivência que somos chamados a
renunciar ao orgulho.
É na convivência que encontramos ocasiões para
perdoar.
É na convivência que descobrimos se aquilo que
afirmamos acreditar realmente orienta nossas atitudes.
Por isso, não basta mudar exteriormente de
ambiente para resolver nossas dificuldades morais.
Podemos mudar de cidade, de trabalho, de grupo
ou de círculo social.
Mas levamos conosco nossa própria
personalidade.
Isso não significa permanecer em ambientes
nocivos.
Significa compreender que nenhuma mudança
exterior substitui a transformação interior.
O outro pode revelar nossas limitações, mas a
responsabilidade pela maneira como reagimos permanece conosco.
A vida social, assim, torna-se um campo
permanente de educação da consciência.
9. A
sociedade conectada e o desafio da convivência
A realidade contemporânea tornou a comunicação
extraordinariamente fácil.
Podemos conversar instantaneamente com pessoas
que vivem a milhares de quilômetros.
Podemos transmitir conhecimentos em poucos
segundos.
Podemos formar comunidades sem sequer conhecer
pessoalmente grande parte de seus integrantes.
Entretanto, comunicação não significa
necessariamente convivência.
Podemos estar conectados e permanecer
isolados.
Podemos possuir numerosos contatos e conhecer
profundamente poucas pessoas.
Podemos compartilhar opiniões e ter enorme
dificuldade para compartilhar responsabilidades.
Podemos defender a fraternidade em palavras e
praticar intolerância nas relações.
A tecnologia ampliou nossos meios de
comunicação.
Não ampliou automaticamente nossa capacidade
moral de conviver.
Esse talvez seja um dos grandes desafios do
nosso tempo.
A humanidade construiu instrumentos
extraordinários para aproximar pessoas, mas ainda precisa aprender a utilizar
essa aproximação para construir compreensão, respeito e cooperação.
O progresso material amplia nossas
possibilidades.
O progresso moral determina o uso que fazemos
delas.
10. “Fora
da caridade não há salvação”
A partir dessa compreensão, podemos retornar à
conhecida máxima apresentada em O Evangelho segundo o Espiritismo: “Fora
da caridade não há salvação.”
A expressão não precisa ser compreendida como
ameaça, nem como condição arbitrária imposta por Deus para conceder uma
recompensa.
A Doutrina Espírita oferece uma compreensão
mais racional da questão.
Se o Espírito progride moralmente;
se a vida social é necessária ao
desenvolvimento de suas faculdades;
se o egoísmo e o orgulho constituem obstáculos
ao progresso;
e se a caridade representa benevolência,
indulgência e perdão;
então podemos compreender que a caridade não é
um simples adorno da vida espiritual.
Ela faz parte do próprio caminho do progresso.
Não é possível superar o egoísmo permanecendo
indiferente aos semelhantes.
Não é possível desenvolver fraternidade
tratando os outros como instrumentos.
Não é possível aprender a amar vivendo
deliberadamente contra todos.
A caridade não é uma exigência exterior para
que o Espírito alcance a felicidade.
É uma condição do próprio desenvolvimento
moral.
O Espírito que se liberta gradualmente do
egoísmo torna-se naturalmente mais capaz de compreender, auxiliar e amar.
Nesse sentido, a salvação pode ser entendida
como libertação progressiva das imperfeições que ainda o prendem à
inferioridade moral.
E essa transformação acontece na vida.
Acontece nas relações.
Acontece diante dos semelhantes.
REFLEXÃO FINAL — NENHUM DE NÓS É A MÚSICA INTEIRA
Talvez possamos agora compreender melhor a
profundidade da frase de Paulo:
“Porque nenhum de nós vive para si.”
Não vivemos para nós porque não somos seres
isolados.
Nascemos dependentes.
Aprendemos uns com os outros.
Recebemos conhecimentos acumulados por
gerações.
Utilizamos o trabalho de inúmeras pessoas.
Somos beneficiados por descobertas que não
realizamos.
Recebemos auxílio daqueles que talvez jamais
venhamos a conhecer.
E, se recebemos tanto, também somos convidados
a oferecer alguma coisa.
A vida social nos mostra que nossas
existências estão entrelaçadas.
A Doutrina Espírita acrescenta a essa
constatação uma perspectiva espiritual: a convivência é também uma condição
de progresso.
Cada pessoa possui sua individualidade.
Cada Espírito apresenta suas próprias
experiências, capacidades e necessidades.
Mas nenhum de nós possui todas as faculdades
desenvolvidas.
Por isso, aprendemos uns com os outros.
A vida social é uma escola.
E a caridade representa uma das mais elevadas
formas de aproveitamento dessa escola.
Ela transforma a necessidade de convivência em
responsabilidade.
Transforma a solidariedade em escolha
consciente.
Transforma o auxílio em serviço.
Transforma o perdão em libertação.
Transforma a experiência individual em
benefício coletivo.
Talvez a imagem de uma grande melodia ajude a
compreender essa realidade.
Uma música não é formada por uma única nota.
Cada nota possui sua identidade, seu tempo e
sua função.
Nenhuma precisa deixar de ser aquilo que é
para participar da harmonia.
O problema começa quando uma nota pretende
ocupar o lugar de todas as outras.
Algo semelhante ocorre quando o “eu”
transforma-se em medida absoluta de todas as coisas.
A caridade nos recorda que somos participantes
de uma realidade muito maior.
Não precisamos deixar de ser indivíduos.
Precisamos aprender a ser indivíduos em
relação.
Nossa liberdade pode respeitar a liberdade
alheia.
Nosso conhecimento pode servir.
Nossa experiência pode orientar.
Nossa capacidade pode auxiliar.
Nossa palavra pode construir.
Nossa força pode proteger.
Nossa inteligência pode produzir benefícios
que ultrapassem nossos interesses pessoais.
Assim, o “nós” não destrói o “eu”.
O “nós” amplia o sentido do “eu”.
Porque aquele que compreende que não vive para
si começa também a perceber que sua própria evolução não precisa ser uma
conquista exclusivamente individual.
Podemos progredir ajudando outros a progredir.
Podemos aprender ensinando.
Podemos receber oferecendo.
Podemos transformar nossas experiências em
instrumentos de auxílio.
E podemos descobrir, pouco a pouco, que a
verdadeira grandeza do Espírito não está em colocar-se acima dos demais, mas em
tornar-se capaz de participar conscientemente do bem que alcança a todos.
A vida social deixa, então, de ser apenas uma
necessidade.
Torna-se oportunidade.
Oportunidade de aprender.
De servir.
De compreender.
De perdoar.
De amar.
E, sobretudo, de transformar nossa maneira de
estar no mundo, no Universo e entre os semelhantes.
Nenhum de nós é a música inteira.
Somos apenas uma nota.
Mas cada nota pode contribuir para a harmonia.
Talvez seja essa uma das grandes lições da
vida social: não fomos colocados uns diante dos outros para viver em permanente
disputa, mas para aprender a cooperar na grande melodia da existência.
REFERÊNCIAS
1. Obras
Fundamentais da Codificação Espírita
- KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Parte Terceira — Das leis morais;
Capítulo VII — Lei de sociedade, questões 766 a 775; questão 785; questão 886.
- KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo XV — Fora da
caridade não há salvação; especialmente itens 8 e 10.
2. Obras
complementares de Allan Kardec
- KARDEC, Allan. O que é o Espiritismo. Paris, 1859.
- KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Textos relacionados às leis morais e ao
desenvolvimento do pensamento espírita.
3. Obras
Complementares Históricas
- KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos. Paris,
1858–1869. Especialmente os estudos relacionados ao progresso moral, à vida
social, à responsabilidade individual e às relações entre os Espíritos.
4.
Passagens bíblicas
- Romanos 14:7 — “Porque
nenhum de nós vive para si.”
- Mateus 22:37–40 — O amor a Deus e ao próximo.
- Lucas 10:25–37 — Parábola do bom samaritano.
- João 13:34–35 — O mandamento do amor.
- 1 Coríntios 13:1–13 — A excelência da caridade.
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