Introdução
Poucos conceitos da Doutrina Espírita exigem tanto cuidado de estudo
quanto o perispírito. Sua posição intermediária entre o princípio inteligente,
a individualidade espiritual e o organismo material faz dele elemento
fundamental para compreender a encarnação, a desencarnação e diversos fenômenos
estudados pelo Espiritismo.
Ao mesmo tempo, justamente por ocupar essa posição intermediária, o
perispírito foi objeto de numerosas interpretações posteriores. Expressões
utilizadas em diferentes épocas passaram a ser tomadas, algumas vezes, como
definições absolutas, produzindo confusões entre aquilo que pertence ao Espírito,
aquilo que pertence ao perispírito e aquilo que corresponde ao corpo
físico.
Por essa razão, antes de estudar suas propriedades e funções, é
necessário retornar às fontes fundamentais.
Há ainda uma distinção terminológica que, embora simples, possui
importante alcance filosófico. Em O Livro dos Espíritos, questão 23,
encontramos espírito, em minúscula, como “o princípio inteligente do
Universo”. Na questão 76, Espíritos designa as individualidades dos
seres inteligentes da criação. A questão 79 estabelece a relação entre ambos ao
afirmar que os Espíritos são individualizações do princípio inteligente.
Em O que é o Espiritismo, ao tratar da constituição do homem,
Allan Kardec chama igualmente a atenção para a necessidade de distinguir os
termos empregados, afirmando que, “filosoficamente, porém, é essencial
fazer-se a diferença”.
Neste artigo, utilizaremos a diferenciação gráfica entre espírito
e Espírito como recurso didático, sem pretender transformá-la em regra
absoluta para todas as edições ou substituir a terminologia utilizada pelo
próprio Codificador. O que importa é preservar a distinção conceitual.
PARTE I
O PRINCÍPIO
INTELIGENTE, O ESPÍRITO E O PERISPÍRITO
1. Do princípio inteligente à individualidade
espiritual
A questão 23 de O Livro dos Espíritos pergunta:
“Que é o espírito?”
A resposta é:
“O princípio inteligente do Universo.”
Nesse contexto, o termo designa o princípio inteligente considerado em
si mesmo.
Na questão 76, porém, a pergunta é outra:
“Que definição se pode dar dos Espíritos?”
A resposta apresenta os Espíritos como os seres inteligentes da criação
que povoam o Universo fora do mundo material. A observação que acompanha a
resposta esclarece que, nesse caso, a palavra Espírito designa as
individualidades dos seres extracorpóreos, e não mais o elemento inteligente do
Universo.
A questão 79 completa a relação:
“Pois que há dois elementos gerais no Universo: o elemento inteligente e
o elemento material, e que vemos em todas as partes uma ação do elemento
inteligente sobre o elemento material, podemos dizer que os Espíritos são a
individualização do princípio inteligente, como os corpos são a
individualização do princípio material.”
Temos, portanto, uma sequência conceitual que será fundamental para o
estudo do perispírito:
espírito
→ princípio inteligente;
Espírito
→ individualização do princípio inteligente, revestida de perispírito;
homem
→ individualidade espiritual encarnada, em união com o corpo físico.
A diferença não é meramente gramatical. Ela ajuda a impedir que o
princípio inteligente seja confundido com seu envoltório ou com o organismo que
utiliza durante a encarnação.
2. Alma, Espírito e homem
Em O que é o Espiritismo, Kardec utiliza outra classificação para
explicar a constituição do ser humano: alma, Espírito e homem,
considerando-os sob diferentes aspectos.
Essa exposição é particularmente importante porque mostra o caráter
relativo de determinadas expressões.
A palavra alma pode designar o princípio inteligente, enquanto Espírito
designa o ser espiritual revestido de seu corpo fluídico. Na encarnação, a
união com o corpo material constitui o homem.
Assim, para fins de compreensão, podemos representar:
princípio inteligente
↓
+ perispírito
↓
Espírito
↓
+ corpo físico
↓
homem
É importante não interpretar essa representação como se houvesse três
consciências ou três seres independentes. Trata-se da mesma individualidade
considerada em diferentes relações.
É justamente por isso que a advertência de Kardec sobre a necessidade de
fazer filosoficamente a distinção possui tanto valor.
3. O que é o perispírito?
O perispírito é apresentado na Codificação como o envoltório
semimaterial do Espírito.
Em O Livro dos Espíritos, questão 93, encontramos a definição:
“O Espírito propriamente dito, nenhuma cobertura tem, ou, como pretendem
alguns, está envolto numa substância qualquer?”
A resposta estabelece que o Espírito está revestido de uma substância
vaporosa para os olhos humanos, mas bastante grosseira relativamente ao que
entendemos por matéria.
A questão seguinte esclarece que esse envoltório é extraído dos
elementos constitutivos de cada mundo.
Assim, o perispírito não deve ser confundido com o próprio princípio
inteligente. Ele é seu envoltório.
Sua natureza é chamada semimaterial, expressão que procura
indicar sua posição intermediária entre a matéria corporal e a condição
espiritual.
Não devemos, entretanto, converter essa descrição doutrinária em uma
afirmação de que a ciência contemporânea já tenha identificado
experimentalmente o perispírito como uma estrutura física mensurável.
O conceito pertence ao campo próprio da investigação espírita.
4. O perispírito e a mudança de mundo
A questão 94 de O Livro dos Espíritos apresenta uma
característica importante: ao passar de um mundo para outro, o Espírito pode
revestir-se de um perispírito mais ou menos material, apropriado à natureza do
mundo em que se encontra.
A comparação utilizada é a da mudança de vestimenta.
Isso demonstra que o perispírito não deve ser imaginado como uma
estrutura absolutamente rígida e invariável.
Sua natureza é relativa às condições do mundo em que o Espírito se
encontra.
Esse ponto será importante mais adiante, porque ajuda a compreender por
que não devemos transformá-lo em um “arquivo” permanente da memória ou em um
molde físico imutável do organismo.
5. O perispírito durante a encarnação
Durante a encarnação, o perispírito estabelece o elo entre o Espírito e
o corpo físico.
O organismo desenvolve-se segundo as leis próprias da matéria, incluindo
os processos da hereditariedade e as condições biológicas da gestação.
Paralelamente, o Espírito liga-se progressivamente ao corpo em formação por
intermédio do perispírito.
A Gênese descreve essa ligação como um laço fluídico
que se estreita progressivamente à medida que o organismo se desenvolve, até
sua consumação por ocasião do nascimento.
Não se trata, portanto, de imaginar que o Espírito simplesmente “entra”
no corpo pronto.
A ligação é progressiva.
Podemos representar esse processo, de forma didática, assim:
Espírito
↓
perispírito
↓
organismo em formação
O corpo obedece às leis biológicas que lhe são próprias, enquanto o
Espírito se relaciona progressivamente com esse organismo por intermédio do
perispírito.
PARTE II
FUNÇÕES,
PROPRIEDADES E QUESTÕES FUNDAMENTAIS
6. Amoldamento e formação do organismo
Aqui encontramos uma questão que exige especial cuidado.
É comum encontrar a expressão “molde do corpo” aplicada ao
perispírito. Entretanto, se tomada literalmente, ela poderia sugerir uma
espécie de matriz biológica responsável por determinar mecanicamente cada
órgão, tecido ou característica genética.
Essa não é uma conclusão que devamos impor à Codificação.
Uma formulação mais adequada é pensar em amoldamento.
O Espírito, por intermédio do perispírito, estabelece progressivamente
sua ligação com o organismo em formação e vai se amoldando às condições da nova
existência, enquanto o corpo se desenvolve segundo as leis próprias da matéria.
Suas experiências, conquistas e necessidades evolutivas pertencem ao
próprio ser espiritual. Não são objetos que simplesmente sejam depositados no
perispírito ou transferidos mecanicamente para o organismo.
Podemos, portanto, dizer:
O corpo se desenvolve segundo as leis biológicas que lhe são próprias; o
Espírito, por intermédio do perispírito, estabelece progressivamente sua
ligação com esse organismo e se amolda às condições de sua nova existência.
Essa formulação evita dois extremos: reduzir o ser humano ao organismo
material ou atribuir ao perispírito uma função biológica mecânica que a
Codificação não define dessa maneira.
7. O ensinamento dos natimortos
O tema dos natimortos fornece um elemento importante para compreender
essa distinção.
Em O Livro dos Espíritos, questões 355 e 356, Kardec aborda
situações em que um corpo pode apresentar desenvolvimento aparentemente
completo sem que tenha havido efetivamente a encarnação de um Espírito.
Esse ensinamento é significativo porque mostra que: a formação do
organismo e sua animação espiritual não são acontecimentos necessariamente
idênticos.
A matéria possui suas próprias leis de desenvolvimento.
Quando ocorre a encarnação, o Espírito estabelece sua ligação com o
organismo por intermédio do perispírito.
Isso impede que imaginemos o Espírito como simples causa mecânica de
cada processo biológico.
8. O Espírito utiliza o organismo
Podemos recorrer a uma analogia para compreender essa relação.
Imagine um músico utilizando um instrumento. O músico não é o
instrumento, mas sua manifestação musical depende das condições e
possibilidades que o instrumento oferece.
Na encarnação, o Espírito utiliza o organismo físico como instrumento de
manifestação no mundo material.
O cérebro e os demais órgãos pertencem ao organismo e estão submetidos
às leis biológicas. O Espírito, porém, é o ser inteligente que pensa, quer e
dirige sua atividade.
O perispírito ocupa a posição intermediária nessa relação.
Assim:
Espírito
→ ser inteligente;
perispírito
→ envoltório e intermediário;
cérebro e organismo
→ estrutura material através da qual a manifestação corporal ocorre.
A analogia não deve ser levada ao extremo. O cérebro não é um
instrumento passivo semelhante a um objeto inanimado. Ele participa ativamente
de processos fisiológicos complexos relacionados à percepção, aprendizagem,
memória, linguagem, emoção e comportamento.
A questão espírita é outra: saber se essas manifestações esgotam a
realidade do ser inteligente ou se constituem meios materiais através dos quais
ele se manifesta durante a encarnação.
9. Memória: cérebro, perispírito e princípio
inteligente
Esse é um dos pontos que mais exigem precisão.
Durante a existência corporal, o cérebro participa dos mecanismos pelos
quais experiências, informações e aprendizagens são registradas e recuperadas.
Alterações cerebrais podem comprometer profundamente a memória e outras funções
cognitivas.
Isso é um fato biológico.
Entretanto, dentro da concepção espírita, não se segue daí que o cérebro
seja a sede última da individualidade ou que o perispírito seja o arquivo da
memória integral.
A Revista Espírita, especialmente em estudos de 1866, apresenta o
princípio inteligente como fonte do pensamento, da vontade e das faculdades da
alma, e esclarece que o perispírito, separado da alma, é matéria fluídica sem
inteligência.
Assim, uma distinção pode ser estabelecida:
memória cerebral
→ manifestação condicionada pelo organismo durante determinada existência;
memória da individualidade
→ pertencente ao princípio inteligente.
O perispírito não precisa ser transformado em um “computador espiritual”
para explicar a continuidade da individualidade.
Ele é o envoltório e intermediário.
A memória, como faculdade do ser inteligente, não pertence ao
perispírito.
Isso também permite compreender por que o esquecimento do passado não
significa necessariamente perda das conquistas realizadas pelo Espírito.
10. Sensibilidade e percepção
O mesmo princípio se aplica à sensibilidade.
O corpo recebe impressões através dos sentidos e o cérebro participa dos
processos fisiológicos correspondentes.
Entretanto, a percepção consciente dessas impressões pertence ao ser
inteligente.
O perispírito funciona como intermediário entre o Espírito e o
organismo.
Assim, não devemos dizer que o perispírito “sente” independentemente do
Espírito.
Quem sente é o ser inteligente.
O perispírito permite a relação entre esse ser e os diferentes estados
do organismo.
Essa distinção é essencial porque evita transformar o perispírito em uma
segunda consciência.
11. O perispírito e os fenômenos espirituais
Grande parte dos fenômenos estudados na Revista Espírita é
interpretada à luz das propriedades do perispírito.
Nas manifestações mediúnicas, nas aparições e em determinados fenômenos
físicos, ele é apresentado como intermediário da ação espiritual sobre a
matéria.
Essa função explica por que o perispírito ocupa posição central na
fenomenologia espírita.
Mas o método exige cautela.
A existência de uma explicação doutrinária para determinado fenômeno não
dispensa o exame do próprio fato.
Observar, comparar, verificar circunstâncias e confrontar explicações
são procedimentos indispensáveis.
A Revista Espírita oferece numerosos exemplos desse esforço de
investigação.
12. O perispírito após a desencarnação
Com a morte do corpo físico, o perispírito não se separa do Espírito.
O que ocorre é a separação do corpo material.
Assim, uma formulação mais precisa é:
Durante a encarnação, o perispírito estabelece o elo entre o Espírito e
o corpo físico, permitindo a manifestação do ser inteligente através do
organismo. Essa união não se realiza de maneira instantânea: conforme exposto
em A Gênese, o Espírito se liga progressivamente ao corpo em formação, por
intermédio do perispírito, à medida que o organismo se desenvolve.
Na desencarnação ocorre o processo inverso. Com a cessação da vida
corporal, os laços que unem o Espírito ao organismo se desfazem
progressivamente, também por intermédio do perispírito. A duração e as
condições desse desligamento não são necessariamente iguais para todos, estando
relacionadas às circunstâncias e ao estado do Espírito. Somente após concluída
essa separação o Espírito se encontra plenamente desligado do organismo
material, conservando consigo o perispírito.
Essa distinção é importante.
Não devemos imaginar o perispírito como algo que acompanha o Espírito
depois da morte como se fossem duas entidades independentes.
O Espírito é a individualidade; o perispírito é seu envoltório.
13. O que a ciência contemporânea pode e não
pode dizer
O conhecimento científico atual oferece informações extraordinárias
sobre o organismo humano.
Genética, neurociência, embriologia e epigenética demonstram a
complexidade da formação e funcionamento do corpo. Genes, ambiente,
desenvolvimento e condições fisiológicas participam conjuntamente da
constituição e funcionamento do organismo.
Esses conhecimentos não devem ser ignorados pelo estudioso do
Espiritismo.
Ao mesmo tempo, não devemos declarar que descobertas científicas atuais
constituem provas da existência do perispírito.
A ciência contemporânea não estabeleceu experimentalmente o perispírito
como estrutura física mensurável.
Isso não encerra a questão filosófica, mas define honestamente o estado
atual do conhecimento.
A Doutrina Espírita, por sua vez, apresenta uma interpretação própria
para a relação entre o ser espiritual e o organismo.
Cabe ao estudo sério manter abertas essas duas frentes, sem
confundi-las.
REFLEXÃO
FINAL
O estudo do perispírito revela uma consequência que vai muito além da
simples definição de um envoltório espiritual.
Ele nos obriga a perguntar quem é o ser que esse envoltório envolve.
Se o princípio inteligente for confundido com o Espírito
individualizado, perde-se a distinção estabelecida entre as questões 23 e 76 de
O Livro dos Espíritos.
Se o Espírito for confundido com o perispírito, atribuem-se ao
envoltório faculdades que pertencem ao ser inteligente.
Se o perispírito for confundido com o corpo, perde-se sua função
intermediária.
E, finalmente, se o homem for reduzido exclusivamente ao organismo,
desaparece a própria questão filosófica que o Espiritismo procura investigar.
A estrutura pode ser resumida didaticamente:
espírito
→ princípio inteligente;
Espírito
→ individualidade espiritual revestida de perispírito;
perispírito
→ envoltório fluídico e intermediário;
corpo físico
→ organismo material;
homem
→ Espírito encarnado, em união com o corpo.
Durante a encarnação, o Espírito, por intermédio do perispírito,
estabelece progressivamente sua ligação com o organismo em formação e se amolda
às condições da nova existência. O corpo, por sua vez, desenvolve-se segundo as
leis biológicas que lhe são próprias.
Depois da desencarnação, o corpo deixa de ser o instrumento material da
existência, enquanto o perispírito permanece unido ao Espírito.
A memória integral da individualidade não pertence ao corpo nem ao
perispírito. O cérebro participa da manifestação da memória durante a
existência corporal, mas a continuidade do ser inteligente pertence ao próprio
princípio espiritual.
Essa compreensão não pretende encerrar o assunto.
Ao contrário.
Quanto mais cuidadosamente se estudam a Codificação e a Revista
Espírita, mais percebemos que o conhecimento espírita não autoriza
simplificações precipitadas. Há conceitos solidamente estabelecidos, há
interpretações que exigem comparação e há questões que permanecem abertas ao
progresso do conhecimento.
O estudo do perispírito, portanto, não deve produzir apenas respostas.
Deve produzir melhores perguntas.
Essa talvez seja uma das maiores contribuições que podemos oferecer ao
leitor: uma compreensão suficientemente segura para distinguir aquilo que as
fontes permitem afirmar, suficientemente racional para reconhecer aquilo que
ainda não sabemos e suficientemente aberta para continuar investigando.
A Doutrina Espírita não precisa da palavra final para cumprir sua
finalidade.
O conhecimento progride quando a verdade procurada é maior que a certeza
daquele que a procura.
Referências
1. Obras Fundamentais da Codificação Espírita
- KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Especialmente
questões 23, 25, 76, 79, 93, 94, 135, 150, 355, 356 e 257.
- KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Especialmente os
capítulos relativos aos fluidos, às manifestações dos Espíritos e à ação
espiritual sobre a matéria.
- KARDEC, Allan. A Gênese — Os Milagres e as Predições
Segundo o Espiritismo. Especialmente capítulos XI — Gênese espiritual; XIV
— Os fluidos.
- KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Especialmente
capítulos IV e XVII.
2. Obras complementares de Allan Kardec
- KARDEC, Allan. O que é o Espiritismo. Especialmente o
capítulo II — Noções elementares de Espiritismo.
- KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Textos relativos ao
perispírito e às manifestações dos Espíritos.
3. Obras Complementares Históricas
- KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos
Psicológicos, 1858–1869. Estudos relativos ao perispírito, alma, Espírito,
fluidos, encarnação, desencarnação, manifestações espirituais e fenômenos
mediúnicos.
Especialmente:
- Revista Espírita, janeiro de 1866. “O Espiritismo toma posição
na filosofia e nos conhecimentos usuais.”
4. Passagens bíblicas
- João, 3:6. “...o que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.”
5. Fontes Externas Utilizadas
- NATIONAL HUMAN GENOME RESEARCH INSTITUTE — NIH. Gene-Environment Interaction. Informações sobre a interação entre fatores genéticos e ambientais no desenvolvimento das características humanas. National Human Genome Research Institute
- NATIONAL HUMAN GENOME RESEARCH INSTITUTE — NIH. Trait. Informações sobre características resultantes da interação entre fatores genéticos e ambientais. National Human Genome Research Institute
Nota editorial: nesta versão, deliberadamente não incluí
autores psicográficos ou obras posteriores. Isso não significa negar seu
eventual valor como literatura subsidiária; significa apenas que, para este
artigo específico, a investigação do perispírito deve começar — e permanecer
fundamentada — nas fontes originais estabelecidas como critério: Codificação
+ Revista Espírita (1858–1869). A ciência contemporânea aparece somente
onde é útil para estabelecer o estado atual do conhecimento biológico e
neurocientífico, sem ser apresentada como comprovação do perispírito.
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