Introdução
Entre os fenômenos mediúnicos estudados pelo
Espiritismo, a psicografia ocupa lugar de especial importância.
A escrita permitiu que as comunicações dos
Espíritos deixassem de depender exclusivamente de manifestações rápidas e
difíceis de conservar, oferecendo um meio pelo qual os pensamentos recebidos
poderiam ser registrados, relidos, comparados e examinados.
Antes de chegarem à forma mais simples da
escrita manual, porém, as experiências passaram por diferentes instrumentos. As
chamadas mesas falantes, as cestas, as pranchetas e outros dispositivos fizeram
parte dos primeiros ensaios de comunicação. Allan Kardec registra essa evolução
em O Livro dos Médiuns, observando que a escrita apresentava uma
vantagem particular: deixava traços materiais que podiam ser conservados, como
acontece com uma correspondência.
A psicografia apresenta justamente essa
trajetória: das primeiras manifestações obtidas por meio das mesas falantes,
passando pelas cestas e pranchetas, até chegar à escrita realizada diretamente
pela mão do médium. Esse percurso histórico ajuda a compreender como a
experiência mediúnica foi gradualmente simplificando seus instrumentos, ao
mesmo tempo em que revelava a importância do médium como intermediário da
comunicação.
Hoje, entretanto, podemos ampliar a questão.
Não basta perguntar como a psicografia
acontece.
É necessário perguntar também:
Qual é o papel do médium? Como distinguir as
diferentes modalidades de psicografia? Que participação tem o Espírito
comunicante? E, principalmente, como devemos examinar uma comunicação recebida
por esse meio?
Essas questões são importantes porque
psicografia não significa, por si só, verdade absoluta.
A Doutrina Espírita não recomenda a credulidade diante das manifestações mediúnicas. Ao contrário, ensina a observar, comparar, raciocinar e submeter as comunicações ao exame da razão e da concordância.
PARTE I — DA MESA FALANTE À ESCRITA
1. As
primeiras manifestações
As mesas falantes constituíram uma das
primeiras formas pelas quais os fenômenos de efeitos físicos chamaram a atenção
para a possibilidade de manifestações inteligentes.
Mesas moviam-se, giravam ou produziam pancadas
convencionadas como respostas às perguntas formuladas. Esses fenômenos,
inicialmente considerados simples curiosidade, foram submetidos a observações
que conduziram ao emprego de instrumentos destinados à comunicação escrita.
Kardec recorda que esses recursos eram ainda
primitivos. A cesta e a prancheta, por exemplo, permitiam fixar um lápis de
modo que o movimento do aparelho produzisse traços sobre o papel.
Com o desenvolvimento da experiência,
diferentes dispositivos foram experimentados.
Cestas, pranchetas, pequenas mesas e até funis
receberam adaptações para sustentar o lápis.
Entretanto, o instrumento nunca foi o elemento
essencial.
O que importava era o modo pelo qual a
comunicação era obtida.
Se a manifestação se produzia pela escrita,
qualquer que fosse o objeto empregado como suporte do lápis, tratava-se de
psicografia. Kardec chega a considerar impróprias expressões como “comunicação
da mesa” ou “comunicação da cesta”, pois esses objetos não eram agentes
inteligentes, mas apenas instrumentos.
Essa observação permanece importante.
Não é o instrumento que comunica.
O instrumento apenas participa do mecanismo
pelo qual a comunicação se manifesta.
2.
Psicografia indireta
A psicografia pode ser mediata ou indireta,
quando o lápis é adaptado a algum objeto que funciona como prolongamento da
mão, como uma cesta ou uma prancheta.
Nos primeiros procedimentos, geralmente duas
pessoas participavam da operação: uma delas poderia possuir a faculdade
mediúnica, enquanto a outra auxiliava a manter o aparelho em equilíbrio,
reduzindo o esforço físico.
A escrita podia apresentar riscos, letras ou
palavras, até alcançar mensagens mais desenvolvidas.
Com o tempo, entretanto, percebeu-se que os
instrumentos intermediários não eram indispensáveis.
Se o lápis podia ser movimentado por
intermédio da cesta, poderia igualmente ser colocado diretamente na mão do
médium.
Chegava-se, assim, à psicografia direta ou
manual.
3.
Psicografia direta
Na psicografia direta, o próprio médium segura
o lápis e escreve.
A passagem é simples, mas representa
importante aperfeiçoamento do procedimento.
Kardec explica que a cesta, a prancheta ou
qualquer outro aparelho não possui inteligência própria. São instrumentos
intermediários. Retirado o intermediário e colocado o lápis diretamente na mão
do médium, obtém-se o mesmo resultado por mecanismo mais simples.
A psicografia direta tornou-se, assim, o meio
mais prático de obter a escrita mediúnica.
É nesse ponto que a atenção precisa deixar o
instrumento e voltar-se para aquilo que realmente interessa: o médium e o
Espírito comunicante.
PARTE II — O MÉDIUM E A COMUNICAÇÃO
4. O médium
não é um simples “corpo emprestado”
Uma simplificação bastante comum consiste em
imaginar que o Espírito comunicante simplesmente toma o corpo do médium e passa
a utilizá-lo como se fosse seu.
Essa imagem não corresponde adequadamente à
explicação apresentada em O Livro dos Médiuns.
O médium participa do processo.
Na psicografia, a comunicação estabelece-se
por intermédio do Espírito encarnado, que atua como intermediário ou
intérprete.
Isso fica particularmente claro quando Kardec
distingue os médiuns mecânicos dos intuitivos.
No médium intuitivo, o Espírito comunicante
atua sobre a alma do médium; este recebe o pensamento e conduz voluntariamente
a mão para escrevê-lo. Há consciência do que está sendo escrito, embora o
pensamento expresso não seja necessariamente o seu próprio. Kardec compara essa
função à de um intérprete.
Portanto, a mediunidade não deve ser entendida
como simples substituição de uma personalidade por outra.
Há uma relação entre Espírito comunicante,
Espírito do médium, organismo e faculdade mediúnica.
Essa distinção será fundamental para
compreendermos as diferentes modalidades de psicografia.
5.
Psicografia mecânica, semimecânica e intuitiva
Kardec apresenta diferentes tipos de médiuns
escreventes.
Médiuns mecânicos
São aqueles
cuja mão recebe um impulso involuntário e que não têm consciência do que
escrevem. Kardec os considera muito raros.
Nesse caso,
o movimento da mão independe da vontade consciente do médium.
Médiuns semimecânicos
A mão
recebe uma impulsão involuntária, mas o médium acompanha conscientemente a
formação das palavras ou frases.
São,
segundo Kardec, os mais comuns.
O
pensamento e a escrita, nesse caso, encontram-se simultaneamente presentes na
consciência do médium.
Médiuns intuitivos
Aqui o
Espírito comunicante atua sobre o pensamento do médium.
A mão é
conduzida voluntariamente, e o médium tem consciência daquilo que escreve. Sua
dificuldade consiste justamente em distinguir aquilo que procede da influência
espiritual daquilo que lhe é próprio. Kardec considera os médiuns intuitivos
muito comuns e sujeitos a erro por essa dificuldade de discernimento.
Essa classificação é especialmente importante
porque demonstra que psicografia não é sinônimo de inconsciência.
O médium pode escrever sem saber previamente o
que surgirá, pode acompanhar conscientemente o pensamento recebido ou pode
experimentar uma impulsão involuntária da mão.
Existem diferentes modalidades.
6. O médium
é intermediário e também intérprete
A palavra “intérprete” merece atenção.
Quando o Espírito comunicante transmite um
pensamento por meio de um médium intuitivo, esse pensamento precisa passar pela
capacidade de compreensão e expressão daquele que o recebe.
Isso significa que a comunicação mediúnica não
deve ser imaginada como uma espécie de transmissão absolutamente mecânica de
palavras prontas.
O médium possui sua linguagem, seus
conhecimentos, seus recursos intelectuais e sua personalidade.
Por isso, o estudo da mediunidade exige
prudência.
Quanto maior for a participação consciente do
médium, maior será também a necessidade de discernimento.
Isso não significa negar a origem espiritual
de uma comunicação.
Significa reconhecer que o instrumento
humano participa do processo.
E essa participação ajuda a explicar por que
uma mesma ideia pode apresentar formas diferentes quando transmitida por
médiuns diversos.
PARTE III — QUANDO UMA PSICOGRAFIA PODE SER CONSIDERADA CONFIÁVEL?
7. O nome
do Espírito não é garantia de autenticidade
Aqui entramos em uma questão essencial.
Uma comunicação psicografada pode trazer o
nome de um Espírito conhecido, de uma personalidade histórica ou de alguém
respeitado no meio espírita.
Isso, por si só, não prova sua autenticidade.
O Que é o Espiritismo é muito claro ao recomendar que as comunicações sejam submetidas ao
exame severo da razão, do bom senso e da lógica. A obra também apresenta a
concordância do ensino como outro critério importante: um princípio transmitido
em muitos lugares, por diferentes Espíritos e médiuns, independentes entre si,
merece consideração muito maior do que uma afirmação isolada.
Essa orientação é fundamental.
O nome assinado no final de uma mensagem não é
o que lhe confere autoridade.
Um Espírito pode utilizar um nome respeitável
para dar maior peso às suas palavras.
Por isso, devemos examinar o conteúdo.
É racional?
É moralmente elevado?
É coerente?
Está de acordo com princípios já
estabelecidos?
Apresenta conhecimentos que realmente
ultrapassam as possibilidades do médium?
Pode ser confrontado com outras comunicações?
Produz ensinamentos úteis ou apenas alimenta
curiosidade?
Essas perguntas são mais importantes do que a
assinatura.
8.
Psicografia não é sinônimo de verdade
Essa talvez seja a advertência mais importante
deste estudo.
Uma psicografia pode ser uma comunicação
mediúnica sem que tudo o que nela esteja escrito seja necessariamente
verdadeiro.
Os Espíritos possuem diferentes graus de
conhecimento e desenvolvimento moral. A mediunidade também está sujeita a
influências, limitações e possibilidades de erro.
Além disso, o médium intuitivo pode ter
dificuldade para separar aquilo que recebe daquilo que provém de si mesmo. O
próprio Kardec registra essa possibilidade.
Portanto, não devemos adotar o raciocínio:
“Foi psicografado, logo é verdade.”
Esse procedimento contrariaria a própria
orientação da Doutrina.
O fenômeno precisa ser examinado.
A mensagem precisa ser examinada.
E, quando possível, a própria origem atribuída
à mensagem precisa ser examinada.
9. O
Controle Universal do Ensino dos Espíritos
Essa exigência de análise conduz diretamente a
um dos princípios metodológicos mais importantes da Doutrina Espírita: o Controle
Universal do Ensino dos Espíritos.
Kardec explica que a autoridade da Doutrina
não repousa na opinião de um único homem nem na manifestação isolada de um
único Espírito ou médium.
A força do ensino está na concordância das
comunicações obtidas em diferentes lugares, por diferentes médiuns, sem que
estes tenham necessariamente relações entre si.
Isso impede que uma comunicação particular
seja transformada, por si só, em princípio doutrinário.
Um Espírito pode apresentar uma opinião.
Um médium pode receber uma mensagem.
Um grupo pode considerá-la interessante.
Mas isso não basta para transformá-la em
ensino da Doutrina Espírita.
É necessário submetê-la ao exame.
Essa é uma das razões pelas quais o
Espiritismo não pode ser confundido com uma coleção de mensagens psicografadas.
A mediunidade é um meio de comunicação; a
Doutrina Espírita é um corpo de princípios submetidos a método, comparação e
controle.
PARTE IV — A PSICOGRAFIA E A INVESTIGAÇÃO CONTEMPORÂNEA
10. O que a
psicologia pode investigar
A psicologia e outras áreas de investigação
têm estudado fenômenos relacionados à escrita automática, dissociação,
experiências anômalas e mediunidade.
Essas pesquisas são importantes porque podem
contribuir para compreender aspectos psicológicos e neurocognitivos associados
às experiências mediúnicas.
Mas devemos evitar dois extremos.
O primeiro consiste em afirmar que toda
experiência psicográfica é necessariamente uma comunicação espiritual.
O segundo consiste em afirmar que, se existe
uma explicação psicológica possível para determinado aspecto do fenômeno, então
a hipótese espiritual está automaticamente descartada.
Nenhuma dessas conclusões é metodologicamente
suficiente.
A investigação científica deve examinar os
fenômenos conforme os métodos e evidências disponíveis.
O Espiritismo, por sua vez, também não deve
transformar qualquer resultado científico parcial em confirmação automática de
seus princípios.
A própria Doutrina apresenta-se como
progressiva e afirma que não estabelece como princípio absoluto senão aquilo
que esteja demonstrado com evidência ou resulte logicamente da observação.
Essa postura continua atual.
11. O
desafio de nosso tempo
No século XIX, uma mensagem manuscrita podia
parecer extraordinária justamente porque apresentava características que o
observador considerava incompatíveis com os conhecimentos do médium.
Hoje, vivemos uma realidade diferente.
Tecnologias digitais permitem reproduzir
estilos de escrita, imitar vozes, criar imagens e produzir textos atribuídos
artificialmente a pessoas que nunca os escreveram.
Isso nos ensina uma lição importante: aparência
de autenticidade nunca foi, e hoje menos ainda é, prova suficiente de
autenticidade.
Por isso, o estudo da psicografia precisa ser
acompanhado de senso crítico.
Quanto maior a facilidade de produzir
artificialmente uma mensagem, maior deve ser nossa preocupação com sua origem,
contexto, documentação e conteúdo.
A tecnologia não elimina a questão espiritual.
Mas torna ainda mais necessária a aplicação do
princípio do discernimento.
12.
Psicografia, responsabilidade e finalidade
Se a psicografia é um meio de comunicação, seu
valor não está simplesmente na capacidade de produzir textos.
A questão fundamental é:
Para que está sendo utilizada?
Uma comunicação mediúnica pode servir ao
esclarecimento, à consolação e ao estudo.
Mas também pode alimentar curiosidade,
personalismo, dependência psicológica, fascinação por nomes famosos ou
aceitação indiscriminada de informações extraordinárias.
A própria orientação espírita recomenda que se
examine o conteúdo das comunicações e que não se aceite uma mensagem
simplesmente porque ela provém de um Espírito ou foi recebida por um médium.
O critério deve ser o valor do ensinamento.
Assim, a mediunidade não deve transformar o
médium em autoridade absoluta.
Nem o Espírito comunicante.
Nem o dirigente de um grupo.
Nem uma obra psicografada.
A razão permanece necessária.
CONCLUSÃO
A história da psicografia é também a história
de uma busca por meios cada vez mais adequados para registrar as comunicações
atribuídas aos Espíritos.
Das mesas falantes às cestas.
Das cestas às pranchetas.
Das pranchetas ao lápis diretamente colocado
na mão do médium.
O desenvolvimento dos instrumentos tornou o
processo mais simples, mas também mostrou algo essencial: o instrumento
nunca foi a parte mais importante do fenômeno.
A cesta não pensa.
A prancheta não interpreta.
A mesa não comunica.
O lápis não possui inteligência.
Eles são meios.
Na psicografia direta, a atenção se volta para
o médium, que participa da comunicação como intermediário ou intérprete,
segundo a modalidade mediúnica. Kardec distingue os médiuns mecânicos,
semimecânicos e intuitivos, mostrando que a participação consciente do médium
pode variar consideravelmente.
Essa compreensão já seria suficiente para
afastar muitas interpretações simplistas.
Mas existe uma questão ainda mais importante.
Não devemos confundir comunicação mediúnica
com verdade absoluta.
Uma mensagem psicografada precisa ser
examinada.
Seu conteúdo precisa ser confrontado com a
razão.
Sua linguagem e finalidade precisam ser
consideradas.
A identidade atribuída ao comunicante não pode
ser aceita apenas pela assinatura.
E um ensinamento particular não deve ser
elevado à condição de princípio doutrinário sem a necessária concordância e
confirmação.
O próprio método pelo qual a Doutrina Espírita
se constituiu exige esse cuidado.
A autoridade não está em um médium.
Não está em um Espírito isolado.
Não está em um nome respeitável.
Está naquilo que pode resistir ao exame, à
comparação, à razão e à concordância dos ensinamentos.
Por isso, talvez possamos resumir o estudo em
uma frase:
A psicografia é um instrumento de comunicação;
o discernimento é o instrumento da verdade.
Essa distinção preserva simultaneamente duas
atitudes que não deveriam ser separadas: o respeito diante do fenômeno e a
prudência diante da mensagem.
Nem incredulidade sistemática.
Nem credulidade.
Estudo. Observação. Comparação. Razão.
Discernimento.
Foi assim que o Espiritismo procurou estudar
os fenômenos mediúnicos em seus primeiros tempos.
E continua sendo assim que devemos estudá-los.
REFERÊNCIAS
1. Obras
Fundamentais da Codificação Espírita
- KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Introdução ao estudo
da Doutrina Espírita; questões relacionadas às manifestações inteligentes
e à natureza dos Espíritos.
- KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos
Evocadores. Segunda Parte, capítulo XIII — “Da psicografia”; capítulo
XV — “Dos médiuns escreventes ou psicógrafos”; capítulo XVI — “Dos médiuns
especiais”.
- KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo.
Introdução, item II — “Autoridade da Doutrina Espírita — Controle
universal do ensino dos Espíritos”.
- KARDEC, Allan. A Gênese.
2. Obras
Complementares de Allan Kardec
- KARDEC, Allan. Instruções Práticas sobre as Manifestações
Espíritas. Capítulo IV — “Diferentes modos de comunicação —
Psicografia”; capítulo V — “Dos médiuns — Médiuns escreventes ou
psicógrafos”.
- KARDEC, Allan. O Que é o Espiritismo. Capítulo II — “Noções
elementares de Espiritismo”, especialmente a análise das contradições
entre comunicações.
3. Obras
Complementares Históricas
- KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos.
Especialmente os estudos sobre médiuns escreventes e psicografia
publicados no período da Codificação.
- KARDEC, Allan. Revista Espírita, março de 1859 — estudo
sobre os médiuns escreventes, incluindo médiuns mecânicos e intuitivos.
- KARDEC, Allan. Revista Espírita, agosto de 1859 — estudos
sobre manifestações mediúnicas e escrita direta.
4. Obras
Subsidiárias
- PIRES, José Herculano. Notas e estudos sobre mediunidade e
psicografia, quando utilizados como complemento histórico e
interpretativo, sem confundi-los com as obras fundamentais da Codificação.
5.
Passagens bíblicas
- 1 Tessalonicenses, 5:21
— “Examinai tudo. Retende o bem.”
- 1 João, 4:1 — “Não creiais a todo espírito, mas
provai se os espíritos são de Deus.”
6. Fontes
externas
- Pesquisas contemporâneas sobre mediunidade, escrita automática,
dissociação e experiências anômalas, utilizadas apenas para
contextualização e sem atribuir-lhes conclusões que ultrapassem as
evidências disponíveis.
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