Introdução
Magnetismo e afinidade são expressões que aparecem com frequência no
vocabulário espírita, mas nem sempre são compreendidas em toda a sua extensão.
Algumas vezes, o magnetismo é confundido com fenômenos puramente físicos; em
outras, a afinidade é apresentada como uma espécie de mecanismo automático que
aproximaria determinadas pessoas e afastaria outras.
A Doutrina Espírita propõe uma compreensão mais ampla.
Ao estudar o ser humano como Espírito, perispírito e corpo, ela
considera que o pensamento, a vontade e os sentimentos participam ativamente
das relações que estabelecemos uns com os outros. O magnetismo, nesse contexto,
não deve ser reduzido a uma simples propriedade física, nem a afinidade ser
confundida com determinismo.
Há ainda um aspecto particularmente interessante: a questão não se
limita à influência de indivíduo para indivíduo. Os pensamentos podem
reunir-se, fortalecer-se e produzir efeitos coletivos. A comunhão de
pensamentos, estudada por Allan Kardec na Revista Espírita de
dezembro de 1864 e retomada em dezembro de 1868, oferece uma importante chave
para compreender essa dimensão coletiva.
O estudo do magnetismo e da afinidade, portanto, pode conduzir a uma
reflexão bastante atual: que influência recebemos dos outros e,
principalmente, que influência estamos exercendo sobre aqueles que convivem
conosco?
PARTE I
— O MAGNETISMO NA DOUTRINA ESPÍRITA
1. Magnetismo e Espiritismo
O magnetismo já era objeto de estudos e experiências antes do surgimento
da Doutrina Espírita. Allan Kardec conhecia esse campo e reconheceu sua relação
com determinados fenômenos que posteriormente seriam estudados pelo
Espiritismo.
Na Codificação, o magnetismo aparece relacionado à ação do ser humano
sobre outros seres por meio de recursos que ultrapassam a simples atuação
mecânica do organismo.
Isso não significa, entretanto, que todo fenômeno magnético deva ser
interpretado como fenômeno espírita. São campos de estudo relacionados, mas não
idênticos.
A Doutrina Espírita amplia a questão ao considerar o ser humano como
Espírito encarnado e ao admitir a existência de elementos fluídicos
intermediários entre a dimensão espiritual e a corporal.
Assim, o magnetismo pode ser compreendido dentro de um conjunto mais
amplo de relações envolvendo Espírito, perispírito, pensamento, vontade e
fluidos.
Essa compreensão evita dois extremos: reduzir o magnetismo a uma
explicação exclusivamente material ou transformá-lo em conceito indefinido,
utilizado para explicar indistintamente qualquer fenômeno.
2. O pensamento e a vontade
Para a Doutrina Espírita, o pensamento não é um fenômeno sem significado
para a realidade espiritual.
Em O Livro dos Espíritos, o espírito é apresentado como princípio
inteligente, e a Codificação desenvolve progressivamente a compreensão de sua
natureza, de suas faculdades e de suas relações com o corpo e com o mundo
espiritual.
O pensamento manifesta-se por meio do Espírito. A vontade, por sua vez,
representa o pensamento quando alcança determinada intensidade e se transforma
em força motriz.
Essa concepção permite compreender algo importante: pensar não é
moralmente neutro quando o pensamento se transforma em intenção, desejo e ação.
Uma ideia pode permanecer apenas como possibilidade mental. Mas, quando
acompanhada de vontade, pode orientar decisões, modificar comportamentos e
produzir consequências nas relações humanas.
É justamente nessa passagem do pensamento à vontade que encontramos uma
das chaves para compreender a influência.
3. Magnetismo humano e magnetismo espiritual
O magnetismo humano pode ser considerado dentro das possibilidades de
ação de um Espírito encarnado sobre outro, especialmente quando intervêm
vontade, disposição moral e recursos fluídicos.
A Doutrina Espírita também apresenta situações nas quais Espíritos
desencarnados exercem influência sobre encarnados. Nesse caso, estamos diante
de outra modalidade de relação, na qual o Espírito desencarnado atua sobre o
encarnado.
Essa distinção é importante porque evita atribuir ao chamado
“magnetismo” uma única origem.
Há a ação do Espírito encarnado na matéria, por intermédio do
perispírito e do organismo, e há a ação do Espírito desencarnado sobre a
matéria e sobre os seres encarnados.
Em ambos os casos, porém, o pensamento e a vontade desempenham papel
relevante.
O magnetismo, portanto, não deveria ser entendido simplesmente como uma
“energia” vaga que algumas pessoas possuem em maior quantidade. Na perspectiva
espírita, ele está relacionado à ação de seres dotados de inteligência, vontade
e sentimentos.
4. Magnetismo e auxílio ao próximo
Uma das aplicações mais elevadas do magnetismo é aquela destinada ao
auxílio.
Quando alguém procura beneficiar outra pessoa por meio da vontade
sincera, da oração, da imposição das mãos ou de recursos magnéticos, não se
trata apenas de um procedimento exterior.
A intenção constitui elemento essencial.
Isso ajuda a compreender por que a Doutrina Espírita associa o exercício
do magnetismo à disposição moral daquele que o pratica.
Não basta conhecer determinado procedimento. É necessário compreender a
responsabilidade envolvida na intenção de influenciar o outro.
Quanto mais elevado o propósito, mais o magnetismo pode ser compreendido
como instrumento de auxílio e não como mecanismo de domínio.
5. O pensamento como instrumento de influência
Todos influenciamos e somos influenciados.
Uma palavra pode estimular alguém. Um exemplo pode transformar uma
decisão. Uma atitude de generosidade pode despertar outra atitude semelhante.
Da mesma forma, o ódio, o preconceito, a agressividade e o desejo de domínio
podem desencadear comportamentos semelhantes.
A influência humana, portanto, não precisa ser entendida apenas como
fenômeno extraordinário.
Ela está presente na educação, na convivência familiar, nas amizades,
nas relações profissionais, na política, nas religiões, nos meios de
comunicação e, atualmente, nas redes sociais.
A perspectiva espírita acrescenta uma dimensão: o pensamento não estaria
restrito aos limites da expressão verbal ou corporal. Ele participa da vida espiritual
e, segundo a compreensão fluídica da Doutrina, pode exercer influência além
daquilo que os sentidos físicos percebem.
Isso não significa que possamos controlar a mente alheia.
Influenciar não é determinar.
Cada Espírito conserva seu livre-arbítrio e sua responsabilidade. Uma
influência pode ser aceita, rejeitada ou modificada conforme as disposições e
escolhas daquele que a recebe.
PARTE II
— MAGNETISMO, AFINIDADE E RELAÇÕES HUMANAS
6. Afinidade e simpatia
Afinidade não significa identidade.
Duas pessoas podem possuir características muito diferentes e, ainda
assim, apresentar afinidade em determinados princípios, sentimentos ou
objetivos.
Da mesma maneira, pessoas semelhantes em muitos aspectos podem entrar em
conflito.
A afinidade, na perspectiva espírita, relaciona-se às disposições
íntimas e aos sentimentos que favorecem aproximações ou afastamentos.
É por isso que não devemos interpretar toda aproximação como sinal de
superioridade espiritual, nem todo afastamento como indicação de inferioridade.
A convivência humana é uma oportunidade permanente de aprendizado.
A afinidade pode facilitar determinada relação, mas não elimina a
necessidade de esforço, compreensão, tolerância e transformação íntima.
7. Afinidade e influência
A afinidade pode favorecer a influência porque tendemos a receber com
maior facilidade ideias, sentimentos e comportamentos daqueles com os quais
possuímos alguma identificação.
Isso pode ser observado cotidianamente.
Uma pessoa pode tornar-se mais generosa convivendo com pessoas
generosas. Outra pode adquirir hábitos prejudiciais quando passa a conviver
intensamente com determinado grupo.
Não há nisso qualquer necessidade de recorrer a explicações
extraordinárias.
Mas a Doutrina Espírita amplia o campo de observação ao considerar
também as relações espirituais e fluídicas.
Assim, a afinidade pode funcionar como elemento facilitador da
influência, mas jamais como mecanismo absoluto.
O livre-arbítrio permanece.
8. Pensamento, fluidos e irradiação
A Doutrina Espírita ensina que os fluidos constituem um elemento
intermediário importante para compreender determinadas relações entre Espírito
e matéria.
Nesse contexto, o pensamento pode atuar sobre os fluidos,
imprimindo-lhes características relacionadas às disposições daquele que pensa.
É necessário, contudo, evitar uma interpretação inadequada.
Quando a Codificação utiliza comparações com fenômenos físicos
conhecidos para explicar a ação do pensamento sobre os fluidos, isso não
significa que o pensamento deva ser identificado com ondas eletromagnéticas ou
com qualquer fenômeno físico conhecido atualmente.
São modelos explicativos pertencentes a campos diferentes.
A linguagem fluídica da Doutrina deve ser compreendida dentro do
conjunto conceitual em que foi apresentada, sem ser artificialmente
transformada em uma teoria da Física contemporânea.
9. A comunhão de pensamentos
É neste ponto que o estudo do magnetismo e da afinidade alcança uma
dimensão particularmente significativa.
Em dezembro de 1864, a Revista Espírita publicou “Da comunhão
do pensamento — A propósito da comemoração dos mortos”, texto desenvolvido
por Allan Kardec por ocasião de uma reunião da Sociedade Espírita de Paris.
Ali, a expressão “comunhão de pensamentos” é explicada como pensamento
comum, unidade de intenção, vontade, desejo ou aspiração. O texto procura
mostrar que uma reunião de pessoas com o mesmo objetivo não representa
simplesmente a soma de indivíduos isolados: existe uma ação resultante da
convergência dos pensamentos.
Essa ideia é extremamente importante.
Se o pensamento individual pode exercer influência, a união de
pensamentos orientados para um mesmo objetivo pode ampliar essa influência.
Uma reunião fraterna, uma oração coletiva, um grupo dedicado ao estudo
ou uma equipe empenhada em realizar o bem podem constituir exemplos positivos
dessa convergência.
Mas o mesmo princípio pode ser observado em sentido contrário.
Pensamentos dominados pelo ódio, pela intolerância, pelo medo ou pelo
desejo de prejudicar também podem reunir pessoas e produzir consequências.
Por isso, a questão não é simplesmente reunir pensamentos, mas
compreender para onde esses pensamentos estão dirigidos.
10. De 1864 a 1868: pensamento coletivo e
força moral
O tema não ficou restrito à abordagem de 1864.
Em dezembro de 1868, a Revista Espírita voltou ao assunto na “Sessão
anual comemorativa dos mortos”, retomando expressamente a ideia
anteriormente desenvolvida sobre a comunhão de pensamentos. O texto relaciona
pensamento, vontade, fluidos e a influência que pode resultar da reunião de
pessoas com objetivos comuns.
A retomada é significativa.
O pensamento coletivo pode fortalecer uma disposição comum. Uma reunião
harmonizada por objetivos elevados pode favorecer a ação do bem; uma reunião
marcada por interesses inferiores pode produzir efeito contrário.
O princípio também ajuda a compreender determinados fenômenos sociais
contemporâneos.
Multidões, grupos políticos, movimentos religiosos, torcidas esportivas,
comunidades virtuais e redes sociais podem criar ambientes nos quais ideias e
sentimentos se reforçam mutuamente.
A ciência contemporânea investiga diversos mecanismos relacionados à
cognição social, à influência interpessoal, à coordenação comportamental e à
consciência. Entretanto, a investigação científica sobre a própria consciência
continua aberta a diferentes hipóteses e modelos. Revisões recentes, por
exemplo, continuam examinando quais condições neurais seriam suficientes para a
experiência consciente.
A Doutrina Espírita apresenta outro nível de interpretação.
Desde o século XIX, considera o pensamento uma manifestação do Espírito,
relaciona-o à vontade e admite sua ação sobre os elementos fluídicos, incluindo
a possibilidade de influência entre os seres.
Isso não significa afirmar que a ciência contemporânea tenha comprovado
essa explicação.
Significa reconhecer que existe, no pensamento espírita, uma hipótese
abrangente sobre a natureza espiritual do pensamento e sobre suas consequências
individuais e coletivas.
A aproximação entre esses dois campos deve ser feita com respeito aos
limites de cada um.
11. Afinidade não é determinismo
Se a afinidade favorece aproximações e a comunhão de pensamentos pode
fortalecer determinadas disposições, poderia parecer que estamos presos às
influências do meio.
Não estamos.
A Doutrina Espírita coloca o livre-arbítrio no centro da
responsabilidade individual.
Podemos receber influência sem necessariamente aceitá-la.
Podemos viver em um ambiente negativo e trabalhar para transformá-lo.
Podemos conviver com pessoas agressivas sem nos tornarmos agressivos. Podemos
reconhecer nossas próprias tendências e trabalhar para modificá-las.
A afinidade explica possibilidades de aproximação; não determina o
destino.
Por isso, uma das perguntas mais importantes que podemos fazer diante
das influências que recebemos é:
Que uso estamos fazendo da nossa liberdade diante delas?
12. O exemplo moral
A influência mais profunda nem sempre é exercida por palavras.
O exemplo constitui uma das formas mais poderosas de educação.
Uma pessoa que age com honestidade, serenidade e caridade pode estimular
semelhantes sentimentos em quem convive com ela.
Da mesma maneira, comportamentos de intolerância, violência ou egoísmo
podem ser imitados e multiplicados.
Nesse sentido, o magnetismo moral não deve ser tomado como uma expressão
técnica equivalente ao magnetismo estudado pela Doutrina. Pode ser utilizado
apenas como uma forma de descrever a força de atração exercida pelo caráter e
pelo exemplo.
O verdadeiro poder moral não está em dominar consciências, mas em
oferecer referências capazes de despertar consciências.
13. Magnetismo, afinidade e responsabilidade
nas relações
Chegamos, assim, ao ponto central deste estudo.
Se pensamentos influenciam;
se sentimentos favorecem aproximações;
se a afinidade facilita determinadas relações;
se a vontade fortalece o pensamento;
e se pensamentos comuns podem produzir efeitos coletivos,
então nossas relações humanas possuem uma dimensão de responsabilidade
que nem sempre percebemos.
Cada pessoa contribui, de alguma maneira, para o ambiente em que vive.
Uma palavra de esperança pode fortalecer alguém.
Uma crítica destrutiva pode desanimar.
Uma atitude de tolerância pode interromper uma cadeia de agressividade.
Uma mensagem de ódio, especialmente quando multiplicada pelas redes
sociais, pode alcançar milhares de pessoas.
A responsabilidade espiritual não começa apenas quando realizamos uma
ação exterior.
Ela começa também naquilo que cultivamos interiormente.
Por isso, o estudo do magnetismo e da afinidade não deveria levar-nos à
preocupação excessiva com aquilo que os outros estão transmitindo.
A questão mais importante é outra:
O que estamos transmitindo nós mesmos?
REFLEXÃO
FINAL
Magnetismo e afinidade não são apenas conceitos destinados a explicar
fenômenos extraordinários.
Eles podem servir como instrumentos de reflexão sobre a própria vida.
Pensamos, sentimos, desejamos e agimos. Ao mesmo tempo, convivemos com
outros Espíritos que também pensam, sentem, desejam e agem.
Desse encontro nasce uma rede permanente de influências.
A Doutrina Espírita, ao relacionar pensamento, vontade, fluidos,
afinidade e livre-arbítrio, oferece uma interpretação na qual o ser humano não
é mero espectador das relações que estabelece.
Ele participa delas.
A Revista Espírita de 1864, ao estudar a comunhão de pensamentos,
e a de 1868, ao retomar o assunto, ajudam a perceber que a força de um
pensamento não precisa ser considerada apenas individualmente. Pensamentos
podem convergir, fortalecer-se e orientar coletividades.
Essa perspectiva adquire especial significado no mundo contemporâneo, em
que uma ideia pode ser compartilhada instantaneamente com milhares ou milhões
de pessoas.
Nunca foi tão fácil participar de uma comunhão de pensamentos.
Por isso, talvez também nunca tenha sido tão necessária a
responsabilidade sobre aquilo que pensamos, desejamos, compartilhamos e
estimulamos.
Mais importante do que perguntar “quem está me influenciando?” é
perguntar:
“Que influência estou exercendo sobre os outros?”
E, acima de tudo:
“Quando meus pensamentos se unem aos pensamentos de muitos, para que
finalidade estamos utilizando essa força?”
Talvez esteja aí uma das grandes atualidades do ensinamento espírita:
compreender que a transformação da sociedade começa também pela transformação
dos pensamentos que alimentamos e colocamos em comum.
REFERÊNCIAS
1. Obras Fundamentais da Codificação Espírita
- KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questões relativas ao Espírito, pensamento, vontade, influência e relações entre os seres.
- KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns. Segunda parte — Das manifestações espíritas. Estudos relativos à ação dos Espíritos e às relações entre o mundo espiritual e o mundo corporal.
- KARDEC, Allan. A Gênese. Capítulo XIV — Os fluidos.
- KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulos XI e XVII — Amor ao próximo, caridade e aperfeiçoamento moral.
2. Obras complementares de Allan Kardec
- KARDEC, Allan. O que é o Espiritismo.
- Estudos introdutórios sobre os princípios fundamentais da Doutrina Espírita.
- KARDEC, Allan. Obras Póstumas.
- Textos relacionados ao pensamento, à ação espiritual e ao desenvolvimento da Doutrina.
3. Obras Complementares Históricas
- KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos.
Dezembro de 1864 — “Da comunhão do pensamento
— A propósito da comemoração dos mortos”. Estudo sobre pensamento comum, unidade de intenção, vontade, desejo e
aspiração, bem como sobre a força resultante da reunião de pensamentos. (Nepe Brasil)
Dezembro de 1868 — “Sessão anual comemorativa
dos mortos”. Retomada do estudo da comunhão de pensamentos, relacionando pensamento,
vontade, fluidos e influência coletiva. (Nepe Brasil)
Março de 1858 — “Magnetismo e Espiritismo”. Estudo das relações entre os fenômenos magnéticos e os princípios espíritas.
4. Obras Subsidiárias
- DENIS, Léon. No Invisível.
- DELANNE, Gabriel. O Espiritismo perante a Ciência.
5. Passagens bíblicas
- Mateus, 18:20. “Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”
- Mateus, 5:14-16. A responsabilidade de servir de referência moral por meio das próprias ações.
- Lucas, 6:31. A regra de reciprocidade nas relações humanas.
- Gálatas, 6:7. O princípio de responsabilidade pelas próprias ações.
6. Fontes externas
- Pesquisas contemporâneas em neurociência e ciências cognitivas sobre consciência, atividade cerebral, cognição social, influência interpessoal e comportamento coletivo.
- Essas pesquisas devem ser utilizadas como elementos de diálogo e reflexão, e não como comprovação experimental dos princípios metafísicos ou fluídicos da Doutrina Espírita.
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